Dinamarca bate a República Tcheca, avança à semi e mantém vivo sonho do bicampeoanto

Com o resultado, o time treinado por Kasper Hjulmand espera o vencedor de Inglaterra e Ucrânia para conhecer o seu próximo adversário

  • Por Jovem Pan
  • 03/07/2021 14h56 - Atualizado em 03/07/2021 14h57
EFE/EPA/Valentin OgirenkoDinamarca venceu a República Tcheca nas quartas da Eurocopa

A Dinamarca garantiu a sua vaga na semifinal da Eurocopa 2020 neste sábado, 3, ao bater a República Tcheca por 2 a 1, no estádio Olímpico de Baku, no Azerbaijão. Delaney e Dolberg marcaram para os dinamarqueses, enquanto Patrick Schick descontou para os tchecos. Com o resultado, o time treinado por Kasper Hjulmand espera o vencedor de Inglaterra e Ucrânia para conhecer o seu próximo adversário, em jogo marcado para a próxima quarta-feira, 7, às 16 horas (de Brasília), em Wembley, na Inglaterra. Vale lembrar que a seleção dinamarquesa busca o bicampeonato, já que foi campeã da edição de 1992.

Classificada após golear País de Gales, a Dinamarca deu a impressão de que também passaria fácil pelos tchecos. Logo aos 4 minutos, Stryger bateu escanteio na segunda trave e Delaney, livre de marcação, testou para baixo, mandando para o fundo das redes. Com facilidade para chegar à área adversária, a seleção dinamarquesa explorou bastante o lado direito da República Tcheca e conseguiu ampliar o placar ainda na etapa inicial. Aos 41 minutos, Maehle foi acionado em profundidade e cruzou de três dedos para Dolberg, que chegou em velocidade para completar.

Sem demonstrar abatimento, a República Tcheca voltou para o segundo tempo determinada a empatar o jogo. Tanto que, em menos de um minuto, Schmeichel precisou fazer duas boas defesas, parando Krmencík e Barák. Aos 3, porém, não teve jeito: pela direita, Coufal cruzou à meia-altura para Schick, que pegou de primeira para diminuir e fazer o seu quinto gol na Eurocopa, empatando com Cristiano Ronaldo, de Portugal, no topo da tabela da artilharia. Com algumas alterações, a Dinamarca conseguiu esfriar o jogo e frear o ímpeto do rival. Ainda assim, nos minutos finais, os tchecos pressionaram na base do “abafa” – o que não foi suficiente para levar o confronto para a prorrogação.