Jogador ucraniano do Manchester City deseja morte ‘dolorosa’ de Putin: ‘Seu monstro’

Já o maior ídolo do futebol local, Andriy Shevchenko, defendeu a soberania e liberdade de sua pátria

  • Por Jovem Pan
  • 24/02/2022 10h59 - Atualizado em 24/02/2022 11h10
Reprodução/Instagram/@zinchenko_96 Zinchenko, do Manchester City, desejou a morte de Putin Zinchenko, do Manchester City, desejou a morte de Putin

Oleksandr Zinchenko, meio-campista ucraniano do Manchester City, usou suas redes sociais para criticar Vladimir Putin, presidente da Rússia, por enviar tropas militares para atacar seu país natal,nesta quinta-feira, 24. Indignado com a situação, o jogador de 25 anos desejou a morte do mandatário russo. “Espero que você tenha a morte mais dolorosa sofrendo, seu monstro”, escreveu o atleta, em Story, no Instagram. Além disso, o comandado de Pep Guardiola defendeu a liberdade da Ucrânia. “Meu país pertence aos ucranianos e ninguém nunca poderá se apropriar dele. Não vamos entregá-lo. Não posso ficar parado e não falar sobre isso. Todo o mundo civilizado está preocupado com a situação do meu país. O país em que nasci e cresci e cujas cores defendo internacionalmente. Um país que tentamos glorificar e desenvolver. Um país cujas fronteiras devem permanecer intactas”, afirmou Zinchenko, em sua conta no Twitter.

Outros esportistas ucranianos também se manifestaram sobre o conflito militar entre Ucrânia e Rússia. Maior ídolo do futebol local, Andriy Shevchenko defendeu a soberania e liberdade de sua pátria. “A Ucrânia é minha pátria. Passamos por muitos momentos difíceis juntos e nos últimos 30 anos nos formamos como uma nação. Uma nação de cidadãos sinceros, trabalhadores e amantes da liberdade. É nosso recurso mais importante”, escreve o ex-treinador da seleção nacional e ídolo dos torcedores do Milan. Medalha de bronze nas Olimpíadas de Londres-2012 nos 400 metros com barreira, Anna Ryzhykova disse que ninguém tem o direito de privar o povo ucraniano de suas próprias casas. “A Ucrânia é minha pátria! Nós de nossas casas, nossos sonhos, nossas vidas… Não à guerra!”, publicou.