Novos limites de tempo, mudanças no VAR: entenda novas regras da Copa

O objetivo da Fifa é diminuir o período de bola parada durante as partidas e melhorar a dinâmica dos jogos

  • Por Fernando Keller
  • 28/05/2026 11h43
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MARCOS BRINDICCI / AFP Árbitro As medidas foram aprovadas pela International Football Association Board (IFAB)

A Copa do Mundo de 2026 começa em poucos dias. Para a competição, a Fifa, entidade máxima do futebol, decidiu implementar algumas novas regras para o torneio, que abre os trabalhos com México x África do Sul no dia 11 de junho, no Estádio Azteca.

As medidas foram aprovadas pela International Football Association Board (IFAB), órgão responsável pelas regras do jogo. O objetivo é diminuir o tempo de bola parada durante as partidas e melhorar a dinâmica dos jogos.

Uma das principais mudanças é a imposição de um tempo limite para a cobrança de arremessos laterais. O jogador tem no máximo cinco segundos para repor a bola após o árbitro abrir contagem. Se o tempo for ultrapassado, a posse passará ao adversário.

Os tiros de meta também serão afetados por esse sistema de cinco segundos. Caso seja violado, será marcado escanteio para o outro time. Outro ponto abordado pela Fifa é o atendimento médico aos atletas.

Qualquer jogador que receber atendimento dentro de campo deve passar no mínimo 60 segundos fora da partida. Ainda relacionado ao tempo, durante as substituições, os jogadores têm 10 segundos para sair da partida a partir do momento em que a placa é levantada.

Caso o jogador ultrapasse o tempo, o atleta que entraria no seu lugar só poderá participar da partida após um minuto de bola rolando.  Quem ganha mais poderes também é o VAR. Agora, além de revisar gols e cartões vermelhos, também pode corrigir tiros de meta e escanteios marcados erroneamente.

O recurso de vídeo também poderá ser utilizado para revisar lances de aplicação do segundo cartão amarelo. Para outras competições, como o Brasileirão, as regras passam a valer a partir de 1º de julho, ainda durante a Copa. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) disse, por meio de nota em março, que já trabalhava para atender às exigências da entidade.

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