Renato Gaúcho comenta pênalti polêmico em empate do Flamengo contra o Athletico-PR; confira

O Rubro-Negro carioca só deixou a Arena da Baixada com a igualdade graças a uma decisão do VAR (árbitro de vídeo) no último lance da partida

  • Por Jovem Pan
  • 21/10/2021 10h18
HEULER ANDREY/DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDORenato Gaúcho comandando o Flamengo em partida contra o Athletico-PR, pela Copa do Brasil

Renato Gaúcho voltou a falar sobre o árbitro de vídeo no empate entre Athletico-PR e Flamengo, na noite da última quarta-feira, 20, na Arena da Baixada, pela rodada de ida da semifinal da Copa do Brasil. Visitante, o Rubro-Negro carioca só deixou a Arena da Baixada com a igualdade graças a uma marcação do VAR, que viu pênalti de Lucas Fasson em Rodrigo Caio, já no último lance da partida. O lance, inclusive, foi parecido com o que envolveu o atacante Vitinho, no jogo sem gols diante do Cuiabá, no fim de semana, pelo Brasileirão. Para o treinador, a arbitragem brasileira é confusa por não adotar os mesmos critérios.

“Eu não critico arbitragem, o que eu critico é o VAR. Primeiro que domingo foi pênalti. Como foi pênalti hoje. Eu já falei, se acontece na minha área, tem que dar pênalti para o adversário. É uma regra. E não pode em cada jogo ser uma regra. Lá no Maracanã não foi e aqui foi. O lance foi parecido. Por isso falo que o VAR apita o jogo. O VAR tem que fazer o que foi feito hoje. Chama o VAR e deixa o árbitro tomar a decisão. O árbitro é o que manda no jogo. O VAR não pode mandar no jogo. Seguir o protocolo. O cara do VAR pode ter uma opinião, o do jogo ter uma opinião. Então quem tem que tomar decisão é o árbitro do jogo. O VAR tem que chamar o árbitro. Lance duvidoso ele chama. Não tem que decidir se foi pênalti”, disse Renato Gaúcho, em entrevista coletiva.

Segundo o treinador, o próprio Nikão, destaque do Athletico-PR, concordou com a marcação da arbitragem. Apesar disso, vários jogadores do Furacão cercaram o árbitro Luiz Flávio de Oliveira, cobrando explicações ao término da partida. “O VAR fez o trabalho dele hoje. Chamou o Luiz Flavio de Oliveira. Ele decidiu que foi pênalti. Aliás, foi pênalti legítimo, como contra o Cuiabá. Inclusive, eu estava falando com o Nikão e ele falou que o pênalti contra o Cuiabá foi legítimo. E hoje ele deu, e domingo não deu. Eu falei: pois é, Nikão. Domingo foi pênalti e hoje de novo. O que não pode é cada jogo ter uma regra. Fica difícil”, completou Renato.