NBA flexibiliza protocolo de segurança contra Covid-19 de dez para seis dias

Liga tem quase 97% dos jogadores vacinados, mas viu o número de infecções subir nos últimos dias

  • Por Jovem Pan
  • 28/12/2021 00h00
Reprodução/ Twitter NBA nba Casos da Covid-19 entre jogadores aumentou no mês de dezembro, mas comissário não vê paralisação

Os jogadores da NBA com teste positivo para Covid-19 poderão retornar às quadras em um prazo menor, após as mudanças feitas, nesta segunda-feira, 27, nos protocolos de segurança da principal liga de basquete dos Estados Unidos. O período, anteriormente de dez dias, passa a ser de seis, desde que os atletas estejam assintomáticos. Um memorando foi enviado a todas as franquias no mesmo dia em que os Centros de Controle e Prevenção de doenças dos Estados Unidos (CDC) reduziu as restrições de isolamento para os cidadãos americanos que contraírem o coronavírus, de dez para cinco dias. Oficiais do CDC tomaram a decisão, observando que as evidências mostram que as pessoas são mais infecciosas nos dois dias anteriores e nos três dias posteriores após o aparecimento dos primeiros sintomas. A NBA disse às equipes que os novos protocolos “refletem a análise de informações dos testes que a liga e especialistas em doenças infecciosas e epidemiologistas têm coletado durante a pandemia. As mudanças foram feitas em comum acordo com a Associação de Jogadores da NBA.

A NBA observou um aumento nos casos de coronavírus nos últimos dias, mesmo quando 97% dos jogadores estão vacinados e 65% dos jogadores qualificados receberam reforço. O número de participantes nos protocolos de saúde permanece próximo de 120 nesta segunda-feira, e pelo menos 63 jogadores foram descartados para a rodada devido a doença. Entre os infectados está Jayson Tatum, campeão olímpico e estrela do Boston Celtics. “Não há planos neste momento de parar a temporada”, disse Adam Silver, comissário da NBA. “É claro que examinamos todas as opções. Tivemos dificuldade em pensar qual seria a lógica de fazer uma pausa. Este vírus não será erradicado e teremos que aprender a conviver com ele. Parece que o certo e o responsável coisa é continuar jogando”, explicou.

*Com informações do Estadão Conteúdo