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Em sinal de apoio, Estados Unidos pagarão US$ 200 milhões à OMS

O objetivo é reafirmar o compromisso do governo de Joe Biden com a organização internacional, que tinha perdido o apoio norte-americano durante o mandato de Donald Trump

Bárbara Ligero

Os Estados Unidos destinarão mais de US$ 200 milhões à Organização Mundial da Saúde (OMS) como forma de reassegurar o apoio do presidente Joe Biden à instituição. O secretário de Estado Antony Blinken ressaltou que a medida reflete o compromisso norte-americano de “assegurar que a OMS tenha o apoio que precisa para liderar a resposta internacional à pandemia do novo coronavírus“. Logo depois de assumir a presidência no dia 20 de janeiro, Joe Biden suspendeu a retirada dos Estados Unidos da entidade, um processo que havia sido iniciado pelo seu antecessor Donald Trump. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 17, durante uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

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O encontro tratava da distribuição das vacinas contra a Covid-19 nos países onde há conflitos armados. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, advertiu que se a campanha de vacinação contra o novo coronavírus não for implementada em todos os países, o patógeno continuará em mutação, o que pode prolongar “significativamente” a pandemia. “As novas variantes poderiam voltar mais transmissíveis, mais mortais e, potencialmente, poderiam ameaçar a eficácia das vacinas”, avaliou o diplomata português.