Israel afirma que não haverá cessar-fogo em Gaza
Israel informou nesta segunda-feira, que não há cessar-fogo entre o país e o grupo terrorista palestino Hamas. A informação foi divulgada por meio do gabinete do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. O conflito, principalmente na Faixa de Gaza, chega ao décimo dia e já deixou mais de 4 mil mortos. “Não há cessar-fogo e entrada de ajuda humanitária em Gaza em troca da saída de estrangeiros”, afirmou o comunicado de Israel, após a circulação de informações que citavam uma trégua. O Exército israelense exige desde sexta-feira, 13, que 1,1 milhão de habitantes do norte de Gaza sigam para o sul, ante uma possível ofensiva no enclave, ao redor do qual posicionou dezenas de milhares de soldados. Nesta segunda-feira, o exército informou que evitará atacar durante a manhã os corredores de saída que ligam o norte e o sul da Faixa de Gaza. As tropas aguardam a ordem para o início da operação que terá como objetivo destruir o Hamas, o movimento extremista que governa Gaza desde 2007, informaram fontes militares. Os bombardeios israelenses mataram até o momento 2.750 pessoas, segundo as autoridades locais. O ataque do Hamas em 7 de outubro, o mais violento contra Israel desde a criação do Estado em 1948, deixou mais de 1.400 mortos, a maioria civis.
*Com informações da AFP
[jp-related-posts ids=”1481430,1481377″]
Assuntos
continue lendo
Mundo
Sobreviventes e familiares do ataque do Hamas entram na campanha eleitoral israelense
Suas candidaturas refletem tanto a importância central que o pior ataque da história de Israel ocupa nas próximas eleições quanto as profundas divisões que ele deixou na sociedade israelense
- Brasil, UE, Quênia e Canadá escrevem manifesto em defesa do multilateralismo antes da ONU Estadão Conteúdo · há 14 minutos
- ONU: Lula defenderá multilateralismo e reforma do Conselho de Segurança Agência Brasil · há 4 horas
- Trump diz que houthis do Iêmen concordaram em não atacar os Estados Unidos AFP · há 5 horas
- Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz AFP · há 6 horas