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Javier Milei revela que pediu perdão a Francisco após suas duras críticas ao papa

Presidente ultraliberal, que referiu-se ao compatriota como 'o argentino mais importante da história' após funeral, contou que suas falas foram consideradas como 'erros de juventude' pelo pontífice

ia samy

Milei diz que pediu perdão a Francisco
De “cómplice de zurdos asesinos” a "bondadoso y sabio", el giro de Milei hacia Francisco EA5804. BOGOTÁ (COLOMBIA), 21/04/2025.- Fotografía de archivo fechada el 14 de junio de 2024 que muestra al Papa Francisco saludando al presidente argentino Javier Milei durante el segundo día de la cumbre del G7, en Borgo Egnazia, región de Apulia, sur de Italia. “Cómplice de los zurdos asesinos” o “representante del maligno en la Tierra” fueron algunos de los exabruptos que el presidente de Argentina, Javier Milei, dirigió al papa Francisco cuando era diputado, pero que tras asumir la Jefatura del Estado y conocer a Jorge Mario Bergliogo en persona los fue cambiando por palabras amables hasta calificarlo este lunes, tras su fallecimiento, como “bondadoso” y “sabio”. EFE/EPA/Giuseppe Lami /ARCHIVO

O presidente argentino, Javier Milei, compartilhou na última sexta-feira (25) que fez uma visita a Roma onde se desculpou com o papa Francisco por críticas que havia proferido anteriormente. O pontífice, por sua vez, minimizou as declarações de Milei, classificando-as como “erros de juventude”. As observações do presidente argentino sobre Francisco ganharam notoriedade especialmente após a morte do líder religioso. Essa declaração reflete uma mudança no tom do presidente, que anteriormente havia feito comentários bastante negativos sobre o papa.

Milei, que se posiciona como um defensor do ultraliberalismo, criticou Francisco por sua defesa de um papel ativo do Estado na sociedade. Em ocasiões passadas, o presidente argentino chegou a chamá-lo de “imbecil”, evidenciando a tensão entre suas visões políticas.

“Sim, claro que pedi desculpas a ele. E ele me disse ‘Não esquenta, são erros de juventude””, compartilhou Milei sobre o encontro que teve com o papa em 12 de fevereiro de 2024. O presidente ultraliberal lamentou a morte do pontífice durante sua estadia na capital italiana, referindo-se a ele como “o argentino mais importante da história”.

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Francisco, que teve uma relação complexa com seu país de origem, havia declarado em 2021 que não retornaria mais à Argentina. Essa afirmação reflete a ambivalência do papa em relação à sua terra natal, mesmo após sua morte, que gerou uma onda de homenagens e reflexões sobre seu legado.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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