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Netanyahu afirma que morte de líder do Hamas não significa o fim da guerra em Gaza: ‘Missão não acabou’

Premiê israelense fez um apelo aos membros remanescentes do grupo para que se rendam e entreguem os reféns capturados durante o ataque de 7 de outubro

Redação

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a guerra na Faixa de Gaza não se encerrará com a morte do líder do Hamas, Yahya Sinwar. “O mal levou um golpe duro, mas a missão que estamos diante ainda não acabou”, disse num discurso nesta quinta-feira, 17, transmitido pela TV israelense. Ele fez um apelo aos membros remanescentes do grupo para que se rendam e entreguem os reféns capturados durante o ataque de 7 de outubro. Atualmente, 101 pessoas permanecem em cativeiro no enclave, e Netanyahu enfatizou que a libertação dos reféns é uma prioridade. Desde o início do conflito, Netanyahu tem enfrentado críticas por sua abordagem em relação à libertação dos reféns. O ataque do Hamas em 7 de outubro resultou no sequestro de 251 indivíduos, dos quais 154 foram libertados em negociações diplomáticas.

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Após a confirmação da morte de Sinwar, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, entrou em contato com o primeiro-ministro do Catar para discutir formas de encerrar a guerra e mitigar a escalada de tensões no Líbano. A morte de Sinwar trouxe preocupação entre os familiares dos reféns, que consideram a situação delicada e clamam por negociações para a libertação dos cativos. O presidente de Israel, Isaac Herzog, elogiou a operação militar que culminou na morte de Sinwar e reiterou a urgência de trazer de volta os 101 reféns que ainda estão sob custódia do Hamas. A operação que resultou na morte de Sinwar foi desencadeada por um ataque aéreo israelense, que também causou a morte de pelo menos 28 pessoas em Gaza.

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Publicado por Sarah Paula

*Reportagem produzida com auxílio de IA