Presidente do Banco Mundial renuncia para se juntar a empresa
O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, está planejando renunciar ao cargo em 1º de fevereiro. Ele teria mais três anos de mandato, mas quer de juntar a uma empresa focada em investimentos em infraestrutura.
Inesperada, a renúncia foi anunciada nesta segunda-feira (7) e pode precipitar uma briga entre o governo de Donald Trump e críticos do controle que os Estados Unidos têm no órgão, a maior instituição de financiamento do planeta.
Nova presidência
A atual executiva-chefe do Banco Mundial, Kristalina Georgieva, se tornará presidente interina a partir de fevereiro. Em comunicado sobre a renúncia, a instituição não esclareceu o nome da companhia a que Kim se juntará.
Médico de origem sul-coreana, Kim se tornou presidente do banco em 2012, sendo reconduzido ao cargo em 2016, para um mandato que se encerraria em 2021. Assim, o sucessor não seria indicado na atual gestão de Trump.
Nas sete décadas de história do Banco Mundial, o presidente do órgão sempre foi escolhido por governantes norte-americanos, mas muitos outros países buscaram dar fim ao controle do país sobre a decisão.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Assuntos
continue lendo
Eliseu Caetano
Juiz bloqueia na véspera regra de Trump que limitava jornalistas estrangeiros nos EUA
A decisão suspende nacionalmente a implementação da regra enquanto continua na Justiça a disputa sobre a legalidade da medida
- Congresso dos EUA aprova novo pacote de sanções contra a Rússia AFP · há 10 horas
- EUA criticam Canadá, México e China por falhas no combate ao tráfico de drogas Estadão Conteúdo · há 11 horas
- Banco Central dos EUA eleva juros para faixa de 3,75% a 4% ao ano AFP · há 16 horas
- Desabamento de prédio em Gaza deixa pelo menos 21 mortos AFP · há 16 horas