Trump corta verbas de Harvard: medida boa, exigências ruins
O presidente dos EUA suspendeu verbas para a universidade de Harvard, condicionando o pagamento a algumas exigências feitas pelo presidente norte-americano. A medida faz sentido, uma vez que parte do dinheiro é utilizada para patrocinar militância intelectual travestida de “pesquisa acadêmica”. O livro de Douglas Murray, “A Guerra Contra o Ocidente” traz inúmeros exemplos de como intelectuais utilizam as universidades para promover suas agendas ideológicas.
E o pior: com dinheiro do pagador de impostos dos EUA, sem nenhuma contrapartida para a sociedade, pois os trabalhos carecem na maioria das vezes carecem de métodos científicos, não passando apenas de expressões de emoções e opiniões. Além disso, Harvard já é muito rica, tem uma série de patrocínios, não justificando, portanto, verbas do governo. Entretanto, a suspensão dos pagamentos não deveria ser condicionada a exigências feitas pelo governo. Isso aumenta o poder do Estado, abrindo um precedente perigoso.
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Na hora que os democratas voltarem ao poder, vão utilizar o episódio para fazer exatamente o contrário, promovendo agendas de esquerdas nos meios acadêmicos com o aumento das interferências dos Estado. Em resumo, Trump deveria simplesmente cortar as verbas, sem contrapartida. A exigência de contrapartidas para ter acesso aos recursos só aumenta o poder estatal, que hoje está nas mãos de republicanos; mas amanhã poderá ser dos democratas.
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