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Venezuela liberta 110 manifestantes detidos por protestos contra a reeleição de Maduro

Total de pessoas liberadas passa de 2 mil; governo também permitiu que opositores asilados na Embaixada da Argentina em Caracas recebessem um gerador elétrico, após passarem 100 dias sem luz

Redação

Comemoração do aniversário da Rebelião Popular na Venezuela
Comemoração do aniversário da Rebelião Popular na Venezuela EFE/ Ronald Peña R

A Venezuela anunciou, nesta segunda-feira (3), a libertação de 110 manifestantes que estavam detidos em decorrência de protestos contra a reeleição de Nicolás Maduro. Com essa ação, o número total de pessoas liberadas chega a mais de 2 mil. As solturas ocorreram após um “processo de verificação” e foram influenciadas por solicitações de países como Brasil e Colômbia, que têm pressionado por mudanças no cenário político do país. Durante os protestos do ano passado, mais de 2,4 mil indivíduos foram detidos, resultando em 28 mortes e cerca de 200 feridos.

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Entre os soltos recentemente, destacam-se Cristian Albornoz e Carlos Valecillos, que enfrentaram sérios problemas de saúde mental enquanto estavam encarcerados. Atualmente, ainda existem pelo menos 300 presos políticos que aguardam a sua libertação. Além das solturas, o governo venezuelano permitiu que opositores asilados na Embaixada da Argentina em Caracas recebessem um gerador elétrico, após passarem 100 dias sem eletricidade. Essa medida visa melhorar as condições de vida dos asilados, que enfrentam dificuldades significativas em sua situação atual.

A oposição, por sua vez, está solicitando a emissão de salvo-condutos para que os opositores que se encontram na embaixada possam deixar a Venezuela.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicada por Matheus Oliveira