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Amostras de água coletadas do litoral de São Paulo não contêm norovírus

Secretaria de Estado da Saúde investiga fonte do surto de virose que começou na virada do ano de 2024 para 2025

Felipe Cerqueira

Vista da praia em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, neste sábado
Vista da praia em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo ALEX MIRANDA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgou que as amostras de água potável coletadas nas cidades de Praia Grande e Guarujá não apresentaram contaminação por norovírus. As análises, realizadas pelo renomado Instituto Adolfo Lutz, foram parte de uma investigação para determinar se a água potável poderia ser a fonte do surto de virose que começou na virada do ano de 2024 para 2025. Este surto afetou significativamente a região do litoral sul de São Paulo, na Baixada Santista, causando preocupação entre moradores, turistas e autoridades locais.

Os resultados das análises trouxeram alívio, pois confirmaram que a água potável não é a responsável pela disseminação do vírus. Na semana anterior, a Secretaria Estadual de Saúde havia identificado a presença de norovírus em amostras de fezes humanas, o que esclareceu que o surto estava sendo causado por este agente infeccioso. O norovírus é conhecido por causar infecções que, embora geralmente durem cerca de três dias, podem exigir tratamento intensivo com hidratação e, em casos mais graves, intervenção hospitalar.

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Apesar da confirmação de que a água potável está livre de contaminação, a investigação do Instituto Adolfo Lutz continua em andamento. A Secretaria Estadual de Saúde está empenhada em monitorar a situação e recomenda que os municípios afetados realizem a coleta de amostras de fezes nos primeiros dias de sintomas. Esta medida é crucial para controlar a disseminação do vírus e proteger a saúde da população local.

*Com informações de Beatriz Manfredini

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*Reportagem produzida com auxílio de IA