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ANS amplia rastreamento do câncer de mama para mulheres a partir dos 40 anos

Medida, que está prevista no OncoRede (Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção Oncológica), amplia o rastreamento da doença para um diagnóstico precoce 

Victor Trovão

Outubro rosa prevenção cancer de mama
Outubro rosa prevenção cancer de mama Freepik

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou na última quarta-feira (26) uma importante diretriz voltada para os planos de saúde, que agora são incentivados a realizar o rastreamento do câncer de mama em mulheres a partir dos 40 anos. Esta medida, embora não obrigatória, é voluntária e tem como objetivo principal estimular as operadoras a aderirem ao programa em troca de um certificado de boas práticas. Este certificado é altamente valorizado e serve como um reconhecimento significativo para as operadoras que optarem por participar do rastreamento.

A discussão sobre a faixa etária ideal para o rastreamento do câncer de mama teve início no final do ano passado. Em dezembro, a ANS promoveu uma consulta pública para debater o tema, que ficou aberta até meados de janeiro. Inicialmente, a proposta estava focada em mulheres entre 50 e 69 anos. No entanto, as sugestões recebidas durante a consulta pública destacaram a importância de incluir mulheres a partir dos 40 anos, bem como aquelas acima dos 70 anos. Com base nessas contribuições, a ANS decidiu que os planos de saúde que desejarem obter o certificado de boas práticas devem realizar o rastreamento em mulheres a partir dos 40 anos.

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É crucial destacar que as regras obrigatórias de atendimento dos planos de saúde permanecem inalteradas. As operadoras continuam com a obrigação de realizar mamografias mediante indicação médica, independentemente da faixa etária. Contudo, para as mulheres a partir dos 40 anos, os planos de saúde foram orientados a realizar o rastreamento de forma proativa, contatando essas mulheres e convidando-as a realizar o exame a cada dois anos. Esta iniciativa é vista como um avanço significativo na saúde feminina, pois proporciona um diagnóstico precoce e aumenta as chances de um tratamento eficaz.

*Com informações de Beatriz Manfredini

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*Reportagem produzida com auxílio de IA