Ibama afirma que desastre com óleo no Brasil é ‘inédito’
O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Eduardo Bim, afirmou nesta quinta-feira (17) que as prioridades tomadas por todos os órgãos federais, estaduais e municipais são identificar e recolher o mais rápido possível as manchas de óleo que já se espalharam por nove estados do Nordeste.
Ele informou, ainda, que o desastre é inédito no mundo e que conter os resíduos ainda é um desafio. A meta, de acordo com ele, é fazer com que a substância não retorne ao oceano. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, explicou na última semana que a contenção é difícil, pois o óleo é mais pesado e fica abaixo do nível da água. Ou seja, não é possível cercar a área e retirar o produto.
Uma das propostas estudadas para reter o petróleo era a instalação de barreiras de contenção. No entanto, o presidente do Ibama destacou que essa ação não se aplica à atual situação, mas sim aos vazamentos ordinários de óleo, em que a mancha fica na superfície das águas.
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