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Polícia Civil prende suspeito de ataque a assentamento do MST em Tremembé

Homem de 41 anos foi reconhecido por testemunhas e vítimas da chacina; três integrantes do movimento morreram e cinco ficaram feridos

ia samy

Marcha Unificada encerra protestos liderados pelo MST em Porto Alegre
Marcha Unificada encerra protestos liderados pelo MST em Porto Alegre EVANDRO LEAL/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO - 08/03/2023

A Polícia Civil de São Paulo efetuou a prisão de um homem de 41 anos, suspeito de liderar o ataque ao assentamento do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) em Tremembé. O incidente, que ocorreu na noite de sexta-feira (10), resultou na morte de três pessoas e deixou cinco feridas. O suspeito foi reconhecido por testemunhas e vítimas do ataque. Segundo relatos, um grupo de dez homens armados invadiu o assentamento, disparando contra os moradores.

O ataque deixou um saldo trágico, com três vítimas fatais (Valdir do Nascimento, Gleison Barbosa e Denis Carvalho), além de cinco pessoas feridas, que sofreram disparos em diversas partes do corpo. A gravidade da situação levou o Ministério da Justiça e Segurança Pública a solicitar que a Polícia Federal também iniciasse investigações.

Gilmar Mauro, coordenador do MST, denunciou que o assentamento tem enfrentado constantes tentativas de invasão, impulsionadas pela crescente pressão da expansão imobiliária na área. Ele revelou que já havia buscado apoio do Ministério Público e da Justiça, mas sem obter resultados satisfatórios. O assentamento, que é regularizado pelo Incra, abriga atualmente 52 famílias.

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Diante da gravidade do ocorrido, o governo de Lula determinou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para apurar os detalhes do ataque. O caso foi registrado oficialmente como homicídio, tentativa de homicídio e porte ilegal de arma.

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Publicada por Felipe Dantas

*Reportagem produzida com auxílio de IA