‘Profissional exemplar’: quem era piloto da polícia que morreu após ser baleado no Rio

Felipe Marques Monteiro morreu neste domingo (17), após meses de internação e complicações no quadro de saúde

  • Por Jovem Pan
  • 18/05/2026 08h23 - Atualizado em 18/05/2026 08h47
  • BlueSky
Reprodução/redes sociais O piloto de helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro Felipe Marques Monteiro morreu neste domingo (17). Ele foi baleado na cabeça durante a Operação Torniquete, na Vila Aliança, na Zona Oeste da capital fluminense, em março de 2025. “Profissional exemplar, homem de honra e companheiro leal, dedicou sua vida a proteger e a salvar”, afirmou a CORE em nota oficial.

O piloto de helicóptero Felipe Marques Monteiro, da Polícia Civil do Rio, morreu neste domingo (17). O agente foi baleado no pescoço durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na zona oeste da capital, em março de 2025.

Felipe participava de uma incursão aérea de apoio à Operação Torniquete quando a aeronave da corporação foi atacada a tiros. Desde então, ele estava internado em estado grave.

O policial ficou hospitalizado por nove meses. Ele recebeu alta em dezembro de 2025. No mês seguinte, em janeiro de 2026, voltou a ser internado em razão de uma infecção.

 
Ver essa foto no Instagram
  Um post compartilhado por Felipe Marques (@comandante.felipe)

Por meio de post nas redes sociais, a família comunicou a morte do policial. “Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas. Seu legado jamais será esquecido”, escreveram os parentes.

Nos últimos dias, o quadro de saúde do policial se agravou por causa de uma infecção severa. Segundo a esposa dele, Keidna Marques, Felipe precisou receber medicações mais fortes após complicações em uma cirurgia para implante de prótese craniana, realizada no dia 20 de abril.

 

 
Ver essa foto no Instagram
  Um post compartilhado por Keidna Marques 🌟 (@keidnamarques)

‘Profissional exemplar e companheiro leal’

Nas redes sociais, familiares, amigos e colegas prestaram homenagens ao policial. A Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil divulgou uma nota de pesar destacando a trajetória do agente.

“Profissional exemplar, homem de honra e companheiro leal, dedicou sua vida a proteger e a salvar”, afirmou a CORE em nota oficial.

A corporação também definiu Felipe Marques Monteiro como um símbolo de coragem, dignidade e perseverança. “Seguimos com sua memória viva em cada missão, em cada ensinamento e em cada vida que ele tocou. Esse legado é eterno”, disse o comunicado.

 
Ver essa foto no Instagram
  Um post compartilhado por CORE_OFICIAL (@core_oficial)

O Governo do Estado do Rio de Janeiro também lamentou a morte do policial civil e piloto da CORE. Em nota, destacou que Felipe “travou uma longa, difícil e corajosa batalha pela vida”, marcada pela força da família, especialmente da esposa, além da mobilização de colegas e amigos pela recuperação do agente.

“O Governo do Estado presta solidariedade aos familiares, amigos e companheiros da Polícia Civil, e reconhece a bravura, o compromisso e a entrega do comandante Felipe Monteiro Marques no exercício da missão de proteger a população fluminense. Sua coragem e seu legado permanecerão na memória da segurança pública do nosso estado”, diz o comunicado.

Felipe deixa a esposa, familiares e colegas da Polícia Civil, que o homenagearam como “um guerreiro do início ao fim”.

 
Ver essa foto no Instagram
  Um post compartilhado por Felipe Marques (@comandante.felipe)

  • BlueSky

Comentários

Conteúdo para assinantes. Assine JP Premium.