Constantino critica Celso de Mello: ‘Trata o presidente como nazista’
O comentarista do 3 em 1 Rodrigo Constantino criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello por determinar que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) preste depoimento presencial sobre uma suposta interferência na Polícia Federal. Para ele, existe uma perseguição política contra o presidente e isso está cada vez mais claro ao público. “O Barroso autorizou o ex-presidente Temer, na condição de investigado também, de escolher se ia querer prestar depoimento por escrito ou presencialmente e isso não foi concedido ao presidente Bolsonaro. Qualquer pessoa atenta aos acontecimentos sabe qual é o critério dessa decisão. Esse duplo padrão incomoda muita gente. Além disso, o Celso de Mello está nas vésperas de se aposentar e sair do STF, ele está se ausentando de decisões importantes na 2ª turma que tem culminado na soltura de corruptos. Para isso ele não pode julgar. A alegação dos seus assessores é de que a decisão desse caso já tinha sido tomada antes e bastava assinar. É tudo muito esquisito, não faz nenhum sentido e mostra que há uma perseguição”, explicou no programa desta sexta-feira (11).
[jp-related-posts ids=”973046,973030,972916″]
Ainda de acordo com Constantino, a investigação de interferência não tem fundamento. “O ex-ministro Moro não entregou nenhuma grande prova ou evidência. Cabe ao presidente o direito de escolher o diretor da Polícia Federal, é uma escolha dele e não do ministro. O Alexandre de Moraes tentou interferir nesse direito e agora a direção continua sob uma escolha do presidente. A Polícia Federal continua fazendo um bom trabalho. Tudo isso é muito politizado. O ministro Mello trata o presidente como um nazista não como qualquer outro cidadão, sem nenhum tipo de evidência. Essas medidas acabam com a credibilidade do Supremo”, disse. Ele ainda completou que é ‘um escarnio a decisão do jeito que foi’.
continue lendo
Política
Qual é o papel de Jair Bolsonaro na campanha presidencial de Flávio?
Ex-presidente tem participação limitada em atos e redes, mas segue como referência política central para a candidatura do filho
- ‘Bondades’ anunciadas por Lula em 2026 somam até R$ 178,1 bilhões ao ano Jovem Pan · há 6 dias
- Trump diz que Groenlândia tem maior reserva de petróleo do mundo e que ela será explorada Estadão Conteúdo · há 7 dias
- Eleições 2026: mais de 33,4 milhões de brasileiros deixaram de votar no 1º turno Jovem Pan · há 2 semanas
- Allyson Bezerra e Cadu Xavier vão para o 2º turno pelo governo do RN Júlia Lara · há 2 semanas