Deputado Sanderson teme eleição de Lula e diz que STF fez ‘manobra’ para sua soltura: ‘Há provas fartas’
Nesta quarta-feira, o programa Pânico recebeu o deputado federal Ubiratan Sanderson (PL – RS). Conhecido por seu trabalho como Policial Federal, ele rebateu opiniões que afirmam a existência de interferência do governo de Jair Bolsonaro no trabalho da PF. “Não existe interferência na Polícia Federal, são homens honestos, de carreira, ninguém está ali de favor, é um concurso muito difícil, não há possibilidade de interferência”, disse. O parlamentar anda argumentou que a Polícia Federal tem o trabalho em equipe como base, o que para ele dificultaria o corrompimento de seus funcionários. “Todo mundo trabalha em equipes, teria que corromper todas do Brasil inteiro. Impossível.”
O deputado Sanderson ainda relembrou a gestão do atual governo no combate ao “sistema” e fez críticas à Petrobras. “Não é fácil enfrentar o sistema, que muitas vezes se apresenta como STF, como avenida Paulista e outras vezes como imprensa, como Ministério Público, economia e Petrobras”, citou. “A Petrobras hoje nos envergonha, se dedica a distribuir dividendos e aumentar o lucro de uma empresa que foi criada não para dar lucro, mas para servir a população brasileira. Hoje, o sistema que vigora é o pior, ela não é nem estatal e nem privada. Se fosse totalmente privada, seria o ideal.”
O ex-policial ainda criticou a soltura do presidente Lula e se mostrou preocupado com sua participação nas eleições de 2022. “No governo do PT, 198 operações foram feitas pela Polícia Federal para apurar agentes. Presidente da República foi preso com provas fartas. Provas contundentes de que esse senhor é ladrão”, afirmou. “Esse sujeito não deixou de ser corrupto ou ladrão a partir do STF. Fizeram uma manobra ali, sabemos muito bem o por quê. Botaram na rua um sujeito que tinha que estar preso”, concluiu.
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Confira na íntegra a entrevista com Ubiratan Sanderson:
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