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Macroeconomia

Haddad afirma que governo tomará ações legais contra quem dissemina notícias falsas sobre o Pix

Ministro da Fazenda informou que a Advocacia-Geral da União foi acionada para tomar as providências judiciais; petista também citou golpes e disse que quem lança desinformação contribui com o crime organizado

Aline Becketty

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante a cerimônia de assinatura do termo de posse do novo ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira
Sidônio Palmeira é empossado como novo ministro da Secom para reformular comunicação do governo FÁTIMA MEIRA/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou nesta quarta-feira (15) com jornalistas sobre as notícias falsas que estão sendo propagadas em relação à taxação do Pix. Ao ser questionado sobre a persistência da onda de fake news, Haddad disse que o governo federal tem discutido providências, inclusive criminais, contra quem está propagando esse tipo de desinformação nas redes sociais. “Primeiro, [quero] agradecer a vocês pelo fato de vocês estarem divulgando a verdade contra o que estão fazendo nas redes sociais. Mas nós vamos tomar providências contra. Estão sendo discutidas providências, inclusive criminais, se for o caso, contra quem está propagando a fake news e contra quem está dando golpes. Porque há golpes sendo dados no comércio.”

Ainda segundo o ministro, a Advocacia-Geral da União (AGU) foi envolvida para tomar as providências judiciais contra os golpistas. De acordo com o ministro, quem está divulgando fake news patrocina organizações criminosas no país. “A AGU foi envolvida para tomar providências judiciais contra os golpistas. Quem está divulgando fake news está patrocinando organizações criminosas no país, que estão atuando, mandando boleto para a casa das pessoas, cobrando a mais indevidamente, dizendo que está sendo taxado, quando não está”, reforçou. O ministro reiterou ainda que o Banco Central está acompanhando a situação e que a queda das transações do Pix no mês de janeiro, em comparação com dezembro, é sazonal.

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A Receita Federal anunciou a ampliação das regras de fiscalização para transferências feitas por meio de Pix e cartão de crédito. Com isso, surgiram nas redes sociais boatos de que o governo federal passaria a taxar transações realizadas pelo sistema de pagamento instantâneo. Em resposta, a Receita emitiu uma nota negando qualquer criação ou aumento de tributos para o Pix. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também publicou um vídeo desmentindo os rumores sobre a taxação. A Receita Federal afirmou que as novas regras “não implicam qualquer aumento de tributação”.

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