JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Fast News – 2ª Edição | 16h00 - 16h30
Educação

Unicamp implementará novo sistema de cotas para estudantes com deficiência a partir de 2025

Iniciativa prevê a reserva de uma ou duas vagas por curso, ou até 5% do total de vagas disponíveis, caso haja um número maior de inscrições

ia samy

A partir de 2025, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) implementará um sistema de cotas voltado para estudantes com deficiência (PCD) em seus cursos de graduação. A iniciativa prevê a reserva de uma ou duas vagas por curso, ou até 5% do total de vagas disponíveis, caso haja um número maior de inscrições, utilizando o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de seleção. Os candidatos interessados deverão especificar o tipo de deficiência e apresentar a documentação médica necessária no momento da inscrição. A validação dos documentos será realizada por meio de uma avaliação biopsicossocial, que ficará a cargo da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest).

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/cta_logo_jp_geral.png” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

O edital com o número exato de vagas por curso será publicado em outubro. O cronograma para a adesão das unidades ao programa de cotas é dividido em três etapas: em até dois anos, as unidades que não necessitam de adaptações significativas; em até três anos, aquelas que requerem algumas modificações; e em até cinco anos, as que precisam de adequações mais complexas. Com essa medida, a Unicamp se torna a primeira universidade pública estadual de São Paulo a adotar um sistema de cotas para PCD.

A decisão foi aprovada de forma unânime pelo Conselho Universitário (Consu), e a reitora em exercício, Maria Luiza Moretti, enfatizou a relevância dessa ação para a inclusão na comunidade acadêmica. Atualmente, a universidade atende 123 alunos que solicitaram suporte especializado, sendo que 90 deles estão no espectro autista. A estudante Bruna Bimbatti comentou sobre a importância dessa nova política, destacando como ela pode impactar positivamente a trajetória acadêmica e profissional de pessoas com deficiência.

[jp-related-posts ids=”1735758,1735547″]

Publicado por Sarah Américo

*Reportagem produzida com auxílio de IA

Assuntos