Figueiredo critica falas de Barroso sobre manifestantes: ‘Não dá para ser ministro do STF’
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou nesta sexta-feira, 25, as manifestações registradas por todo o Brasil desde o fim do segundo turno das eleições presidenciais que acabaram no dia 30 de outubro. Durante palestra que ocorreu na sede do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, o magistrado afirmou que o resultado do pleito deve ser respeitado por ser a vontade da maioria da população. “Eles três repetido que o Supremo é o povo, e é isso mesmo. Soberania popular significa a supremacia da vontade do povo, que se manifesta nas eleições. Não adianta apelar para quartéis e não adianta apelar para seres extraterrestres. Isso é antidemocrático”. Recentemente, em um ato em Porto Alegre (RS), protestantes utilizaram celulares e apontaram as luzes para cima formando luzes com o formato ‘S.O.S. FORÇAS ARMADAS’. Por conta do ocorrido, pessoas de esquerda criaram a fake news de que os conservadores teriam pedido socorro a extraterrestres, que foi citado pelo ministro. Ainda na palestra, Barroso falou sobre o episódio em que falou “perdeu, mané”. Segundo o integrante do Supremo Tribunal Federal, foi apenas um episódio no qual ele perdeu a paciência.
Durante o programa Os Pingos dos Is, da Jovem Pan, o comentarista Paulo Figueiredo considerou que Barroso é vítima da qualidade do serviço que presta à população brasileira. “Se você é um servidor público e você faz um mal serviço, o seu cliente final, a população, ela te responde com a qualidade do serviço que você faz. Quem não gosta, vai tentar outra profissão. Não dá para ser ministro do STF”, disse. O analista ressaltou, ainda, que é preciso uma liderança ativa do presidente Jair Bolsonaro para liderar e mostrar o caminho que os manifestantes deverão seguir. “Falta o respaldo da liderança de alguém que está sumido a bastante tempo, do presidente Bolsonaro. Porque o presidente Bolsonaro precisa dar a base legal para qualquer ação militar. Ele é o comandante chefe das Forças Armadas. Se você está esperando o artigo 142, ele funciona quando provocado por algum dos poderes. E sabemos que não virá nem do Judiciário e nem do Legislativo. Só pode vir do Executivo. O líder, lidera. Diz qual o caminho deve ser seguido e as pessoas vão atrás”, pontuou.
Confira o programa desta sexta-feira, 25:
[jp-related-posts ids=”1341877,1341822″]
continue lendo
Política
TSE adia julgamento que decide candidatura de Dallagnol ao Senado pelo Paraná
A controvérsia está relacionada à saída do ex-procurador do Ministério Público Federal
- Eleições 2026: mais de 33,4 milhões de brasileiros deixaram de votar no 1º turno Jovem Pan · há 4 dias
- Allyson Bezerra e Cadu Xavier vão para o 2º turno pelo governo do RN Júlia Lara · há 4 dias
- Otaviano Pivetta é reeleito governador do Mato Grosso Jovem Pan · há 4 dias
- Morre o influenciador Lito Sousa aos 59 anos Jovem Pan · há 7 dias