Itália: sistema bancário permanece sólido após “Brexit” e efeito será limitado

  • Por Estadão Conteúdo
  • 24/06/2016 09h08
JW30 LUXEMBURGO (LUXEMBURGO) 16/06/2016.- El ministro luxemburgués de Finanzas, Pierre Gramegna (i), y su homólogo italiano, Pier Carlo Padoan (d), conversan al inicio de la reunión de los ministros de Finanzas del Eurogrupo en Luxemburgo hoy, 16 de junio de 2016. El Eurogrupo se reúne en un encuentro en el que se espera que la proximidad del referéndum británico capte la atención de los ministros de Economía y Finanzas de la eurozona, en cuya agenda formal figura un informe del FMI, la inflación y el tipo de cambio, y las pensiones. EFE/Julien WarnandPier Carlo Padoan

O Ministério da Economia da Itália, Pier Carlo Padoan, reiterou, nesta sexta-feira (23), que o sistema bancário do país “permanece sólido” e qualquer efeito da votação do Reino Unido para sair da União Europeia sobre as finanças transalpinas será “limitado”.

Em comunicado divulgado, também nesta sexta, o ministério disse que Padoan tinha presidido uma reunião de um grupo de autoridades financeiras italianas, incluindo o presidente do Banco Central da Itália, Ignazio Visco.

Após a votação da Grã-Bretanha para deixar Bruxelas, o grupo analisou a situação e viu que os “fundamentos do sistema bancário permanecem sólido”, uma vez que o programa de compra de títulos do Banco Central Europeu tem proporcionado estabilidade ao mercado de Roma para a dívida soberana do estado.

Além disso, o grupo acredita que o voto “terá efeitos limitados sobre a economia subjacente do país”.