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China pede aos EUA a libertação imediata de Maduro e sua esposa

Governo chinês, que é um dos principais parceiros políticos e econômicos da Venezuela, defende que a operação dos Estados Unidos 'violou claramente' o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais 

Victor Trovão

Foto divulgada pela Presidência da Venezuela mostrando o presidente venezuelano Nicolás Maduro apertando a mão do presidente chinês Xi Jinping durante uma reunião em Moscou, em 9 de maio de 2025. (Foto de MARCELO GARCIA / Presidência da Venezuela / AFP) / USO RESTRITO A FINS EDITORIAIS - CRÉDITO OBRIGATÓRIO "FOTO AFP / PRESIDÊNCIA DA VENEZUELA / MARCELO GARCIA / DIVULGAÇÃO / " - PROIBIDO O USO PARA FINS DE MARKETING OU CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS - DISTRIBUÍDO COMO UM SERVIÇO AOS CLIENTES
Foto divulgada pela Presidência da Venezuela mostrando o presidente venezuelano Nicolás Maduro apertando a mão do presidente chinês Xi Jinping durante uma reunião em Moscou, em 9 de maio de 2025. (Foto de MARCELO GARCIA / Presidência da Venezuela / AFP) / USO RESTRITO A FINS EDITORIAIS - CRÉDITO OBRIGATÓRIO "FOTO AFP / PRESIDÊNCIA DA VENEZUELA / MARCELO GARCIA / DIVULGAÇÃO / " - PROIBIDO O USO PARA FINS DE MARKETING OU CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS - DISTRIBUÍDO COMO UM SERVIÇO AOS CLIENTES Foto por MARCELO GARCIA / VENEZUELAN PRESIDENCY / AFP

O Ministério das Relações Exteriores da China pediu neste domingo (4) que os Estados Unidos libertem imediatamente o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, que foram capturados ontem (3) em Caracas e estão sendo mantidos sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn, em Nova York.

Para o governo chinês, que é um dos principais parceiros políticos e econômicos da Venezuela, a ação deflagrada pelos Estados Unidos “violou claramente” o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais, além dos propósitos e princípios estabelecidos pela Carta da Organização das Nações Unidas (ONU).

No comunicado, a China pede que os Estados Unidos garantam a segurança pessoal de Maduro e de sua esposa e cessem com a tentativa de derrubar o governo venezuelano. Além disso, afirma o governo chinês, os Estados Unidos precisam garantir que esse problema seja resolvido “por meio do diálogo e da negociação”.

Esta foi a segunda manifestação oficial da China sobre o caso. Ontem (3), o Ministério das Relações Exteriores da China já havia condenado o uso da força pelos Estados Unidos contra Maduro, dizendo estar “profundamente chocado” com a ação deflagrada ontem.

“A China condena veementemente o uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um país soberano e sua ação contra o presidente de outro Estado”, afirmou a chancelaria.

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Uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas deve acontecer nesta segunda-feira (5) para discutir a situação da Venezuela.

*Com Agência Brasil 

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