Guarda revolucionária iraniana diz ter atacado uma base dos EUA na Arábia Saudita

Embora não tenha havido confirmação imediata do ataque por parte da Arábia Saudita, o Ministério da Defesa do país havia relatado anteriormente a interceptação de seis mísseis balísticos que se dirigiam para Al-Kharj

  • Por Jovem Pan*
  • 14/03/2026 18h49
  • BlueSky
Carl de Souza / AFP Um manifestante segura um cartaz com a imagem do falecido Líder Supremo iraniano, Aiatolá Ali Khamenei, cercado por bandeiras iranianas, em frente ao consulado dos EUA, durante um protesto contra o conflito no Oriente Médio, na Cidade do México, em 7 de março de 2026. (Foto de Carl de Souza / AFP) Um manifestante segura um cartaz com a imagem do falecido Líder Supremo iraniano, Aiatolá Ali Khamenei, cercado por bandeiras iranianas, em frente ao consulado dos EUA, durante um protesto contra o conflito no Oriente Médio, na Cidade do México, em 7 de março de 2026. (Foto de Carl de Souza / AFP)

A Guarda Revolucionária do Irã, o exército ideológico da República Islâmica, afirmou na noite deste sábado (14) ter lançado uma salva de mísseis contra forças americanas estacionadas em uma importante base em Al-Kharj, na Arábia Saudita.

A Guarda declarou que a base é usada para equipar “caças F-35 e F-16 e também como depósito de combustível para caminhões-tanque”.

Embora não tenha havido confirmação imediata do ataque por parte da Arábia Saudita, o Ministério da Defesa do país havia relatado anteriormente a interceptação de seis mísseis balísticos que se dirigiam para Al-Kharj.

A Arábia Saudita afirmou já ter interceptado mísseis e drones lançados contra a base durante a guerra em curso no Oriente Médio.

Riade é uma aliada próxima dos Estados Unidos e abriga um grande número de tropas americanas. A cidade tem sido alvo de ataques do Irã, inclusive contra sua vasta indústria petrolífera, mas até o momento não mobilizou suas forças armadas contra a República Islâmica.

As autoridades sauditas condenaram os ataques do Irã contra seus vizinhos do Golfo Pérsico como “repreensíveis”.

*AFP

  • BlueSky

Comentários

Conteúdo para assinantes. Assine JP Premium.