Pentágono revisa eficácia da capacidade das mulheres para funções de combate

Análise está sendo realizada pelo Instituto de Análise de Defesa, uma organização sem fins lucrativos, com o objetivo de ‘garantir que se cumpram as normas e que os Estados Unidos mantenham o Exército mais letal’

  • Por Jovem Pan
  • 07/01/2026 04h15
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EFE EFE Pentágono

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos está realizando uma revisão da eficácia das mulheres nas funções de combate terrestre, informou o Pentágono nesta terça-feira (6). Antes de chegar ao cargo de secretário de Defesa, Pete Hegseth mostrou-se contrário às chamadas políticas “woke” (progressistas), destinadas a promover a igualdade de oportunidades das minorias, e a que as militares desempenhassem funções de combate.

A revisão está sendo realizada pelo Instituto de Análise de Defesa, uma organização sem fins lucrativos, com o objetivo de “garantir que se cumpram as normas e que os Estados Unidos mantenham o Exército mais letal”, declarou o secretário de imprensa do Pentágono, Kingsley Wilson, em comunicado. “Nossos padrões para os postos de armas de combate serão de elite, uniformes e neutros quanto ao sexo, porque o peso de uma mochila ou de um ser humano não faz distinção entre homens e mulheres”, afirmou Wilson.

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O Pentágono “não comprometerá os padrões para satisfazer cotas ou uma agenda ideológica”, acrescentou. A rede NPR, que obteve um memorando do Pentágono sobre o tema, informou que foi solicitado aos líderes do Exército e do Corpo de Fuzileiros Navais que proporcionassem dados sobre a preparação, o treinamento e a performance dos militares.

Antes de sua nomeação como secretário de Defesa, Hegseth disse durante um episódio do podcast “Shawn Ryan Show” que se opunha à presença de mulheres em funções de combate, mas não nas Forças Armadas em geral.

*Com informações da AFP

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