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Reino Unido anuncia terceira dose da vacina da Covid-19

O governo do Reino Unido anunciou nesta terça-feira, 14, que aplicará uma dose extra da vacina contra a Covid-19 para pessoas com mais de 50 anos, trabalhadores da saúde e funcionários de asilo. A decisão foi tomada após o poder Executivo do país receber o sinal verde do grupo de assessoramento formado por especialistas na área, que recomendaram a utilização da vacina produzida em conjunto pelos laboratórios Pfizer e BionNTech. O intuito é fortalecer o sistema imunológico desses grupos contra o vírus. Os especialistas que auxiliam a equipe de Boris Johnson no combate ao coronavírus também informaram que a administração da dose de reforço contra a Covid-19 pode ser feita ao mesmo tempo da vacina contra a gripe, que é anualmente oferecida no inverno do país.

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O governo informou, ainda, que as pessoas dentro do grupo de vulneráveis, assim como qualquer outra de 16 a 65 anos que tenha risco em caso de infecção pelo novo coronavírus, também terão direito de receber a dose de reforço. As vacinas da AstraZeneca, Pfizer e Moderna foram consideradas seguras para a terceira dose, no entanto, especialistas recomendaram a segunda, por considerá-la melhor tolerada e de melhor resposta ao ser utilizada como reforço. De acordo com o plano do governo, estará apta a receber a vacina pela terceira vez a pessoa que teve a segunda dose injetada há seis meses. Os especialistas avaliarão, no momento em que tiverem em mãos dados suficientes, a ampliação da aplicação da dose para o restante da população.

Além do anúncio sobre a aplicação da terceira dose, o subdiretor médico da Inglaterra, Jonathan Van-Tam, lançou um alerta, em entrevista coletiva nesta terça-feira afirmando que o país deverá ter um inverno “duro”, ao falar à população que a pandemia da Covid-19 ainda “está ativa”. A expectativa é de que nas próximas horas o primeiro-ministro do país, Boris Johnson, faça um pronunciamento com detalhes das medidas para os próximos meses que visam conter a propagação do novo coronavírus, também em entrevista coletiva. Até o momento, o país registrou 7,26 milhões de infectados e 134 mil mortes causadas pela Covid-19.

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