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Trump promete garantias de segurança à Ucrânia para acordo de cessar-fogo com Rússia

Presidente dos EUA declarou, em encontro na Casa Branca, que não está 'dando mais nada' aos ucranianos, mas sim vendendo armas aos europeus e para a Otan, que repassam a Kiev

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Donald Trump
Trump establishes task force to prepare for 2028 Olympics in Los Angeles EFE/EPA/SAMUEL CORUM / PISCINA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assegurou que ajudará a Ucrânia com garantias de segurança para o país tão logo um acordo de cessar-fogo com a Rússia seja firmado. “Os europeus que estão aqui hoje também querem dar segurança à Ucrânia. Isso é muito importante”, disse Trump durante reunião bilateral com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca.

Questionado sobre o que os EUA poderiam oferecer de garantias de segurança à Ucrânia, Zelensky foi direto: “tudo”. O ucraniano se referiu à ajuda com inteligência militar, envio de tropas e outras medidas.

O americano mencionou que não está “dando mais nada para a Ucrânia”, mas sim vendendo armas aos europeus e à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que repassam aos ucranianos. Ainda sobre a aliança militar, Trump revelou que também deve discutir o Artigo 5, que fala sobre defesa coletiva de aliados, no encontro de hoje. “Vamos garantir que, se houver paz, ela dure a longo prazo. Não estamos falando de uma paz de dois anos para depois voltarmos a essa bagunça”, acrescentou Trump. Ele ainda ressaltou que, sem uma reunião trilateral entre Zelensky, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e ele, “a guerra continua”.

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Trump também comentou sobre o sistema eleitoral americano. “Um decreto para acabar com os votos por correio está sendo escrito agora mesmo. Eles não fazem parte de uma democracia real. São corruptíveis. Sem esses votos, não teríamos tantos democratas eleitos”, disse. Ele ainda declarou, também sem apresentar provas ou estudos, que as urnas eletrônicas dão os resultados de uma eleição em “duas semanas”, enquanto o papel “dá o resultado na mesma noite”.

*Com informações do Estadão Conteúdo

Publicado por Nícolas Robert

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