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Volkswagen vende fábrica na China em que havia suspeita de violação dos direitos humanos

Montadora alemã justificou a venda como parte de um realinhamento estratégico e mencionou que a decisão foi motivada por razões econômicas

Agência Estado

Volkswagen
Third round of negotiations between IG Metall and Volkswagen EFE/EPA/FILIP SINGER

A Volkswagen, em conjunto com a SAIC Motor, anunciou a venda de uma de suas fábricas na China, situada na região de Xinjiang. Essa decisão gerou controvérsias devido às alegações de violações de direitos humanos relacionadas à perseguição das minorias uigures, sendo principalmente trabalho forçado. A transação foi realizada com o Shanghai Motor Vehicle Inspection Center, que é uma subsidiária da Shanghai Lingang Economic Development. A montadora alemã justificou a venda como parte de um realinhamento estratégico e mencionou que a decisão foi motivada por razões econômicas.

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No entanto, os detalhes financeiros da negociação não foram revelados. Apesar da venda, a joint venture SAIC Volkswagen ainda mantém quatro fábricas em operação na China. No ano anterior, a Volkswagen enfrentou pressão de investidores e autoridades governamentais, o que a levou a realizar uma auditoria na fábrica em Xinjiang. Os resultados dessa auditoria não indicaram a presença de abusos de direitos humanos. Contudo, a empresa recebeu novas alegações sobre trabalho forçado em uma pista de testes separada, que foram prontamente negadas.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias

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