‘Oposição vai prejudicar os pobres por causa da eleição’, diz Barros sobre PEC dos precatórios
O deputado Ricardo Barros afirma que o governo federal não vai pensar em alternativas, além da PEC dos precatórios, para a viabilizar o Auxílio Brasil, novo programa social. Mesmo com as resistências dos parlamentares para a votação da matéria, o líder do Executivo na Câmara diz que novas saídas, como um possível decreto de calamidade pública, não serão consideradas. Na visão de Barros, não sabe ao governo discutir alternativas para soluções que já existem. “Já temos a PEC dos precatórios. Ela foi aprovada na comissão especial, ela trata de vários temas e, por isso, o relator fez reunião com as bancadas para explicar os pontos. O governo está confiante que vai aprovar essa PEC. Essa alternativa de não-aprovação não discutiremos, vamos focar em aprovar”, assegurou o deputado, em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan. O líder do governo reconhece, no entanto, que há uma resistência para a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) em razão de seus impactos eleitorais.
“A oposição vai fechar contra porque não quer que o presidente Jair Bolsonaro socorra os mais pobres, aqueles que foram afetados pela pandemia, pelo isolamento e pela falta de capacidade de continuar sustentando a sua família com seu próprio trabalho. É uma questão que tem impacto político e a oposição está em uma sinuca, eles têm que votar contra o Auxílio Brasil de R$ 400 e ficam inventando desculpas para votar contra a PEC dos precatórios. Vão prejudicar os pobres para tentar ganhar a eleições”, disse Barros. Mesmo com a resistência, o deputado acredita que a votação deve acontecer na próxima quarta-feira, 3, e defende o novo programa do governo. “É um programa totalmente diferente porque é voltado para que a família não dependa da ajuda do governo e possa caminhar sozinha. É uma rampa de ascensão social”, finalizou.
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