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Alckmin sobre taxas de Trump: ‘Fomos incluídos na tarifa menor, mas não achamos justo isso’

Vice-presidente do Brasil disse que essas medidas geram um ambiente de incerteza e dificultam investimentos, impactando negativamente o comércio internacional

Redação

Alckmin
Alckmin MATEUS BONOMI/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

Geraldo Alckmin, que ocupa o cargo de vice-presidente e é ministro do Desenvolvimento, expressou sua insatisfação em relação às tarifas de importação que os Estados Unidos impuseram sobre aço e alumínio. Segundo ele, essas medidas geram um ambiente de incerteza e dificultam investimentos, impactando negativamente o comércio internacional. Alckmin enfatizou que a melhor abordagem para resolver conflitos comerciais é por meio do diálogo, ressaltando que guerras tarifárias não trazem benefícios a ninguém. O vice-presidente esclareceu que o governo brasileiro não tem a intenção de ativar o projeto de lei da reciprocidade, que permitiria uma resposta às tarifas estabelecidas por Trump. Em vez disso, o foco do Brasil será nas negociações. Ele destacou que a decisão unilateral dos EUA prejudica o comércio, criando um cenário de imprevisibilidade e insegurança para os mercados.

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Alckmin também comentou sobre a possibilidade de que a situação atual possa acelerar a conclusão do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Ele sublinhou a relevância do mercado norte-americano para o Brasil, mesmo reconhecendo que a China se mantém como o principal parceiro comercial do país. O vice-presidente informou que já estão programadas negociações técnicas entre Brasil e EUA. Por fim, Alckmin enfatizou a importância de respeitar as decisões de outros países, ao mesmo tempo em que se busca proteger os interesses nacionais.

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Publicado por Sarah Paula
*Reportagem produzida com auxílio de IA