Governo defende aumento do IOF apesar de resistência no Congresso
Integrantes do Governo demonstram confiança na continuidade do decreto que aumenta o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), mesmo diante da resistência do presidente da Câmara, Hugo Motta. Após um encontro com líderes do Congresso, a equipe da Fazenda acredita que a elevação do imposto não será revertida. A ministra Gleisi Hoffmann e o ministro Fernando Haddad estão em busca de alternativas para incrementar a receita sem a necessidade de novos impostos, mas consideram a elevação do IOF uma medida inevitável a curto prazo.
Haddad e Gleisi planejam abordar a crise gerada no Congresso em decorrência do aumento do IOF em uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (29). A expectativa é que, em um prazo de dez dias, Haddad apresente propostas que visem aumentar a receita de forma sustentável a médio e longo prazo. Motta, por sua vez, manifestou a insatisfação dos deputados em relação ao aumento do imposto e solicitou uma solução que evite medidas tributárias improvisadas.
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Na semana passada, o governo anunciou a elevação do IOF para operações realizadas com cartões de crédito de 3,38% para 3,50%. Já imposto para a compra de moeda em espécie passou de 1,10% para 3,50%. Inicialmente, o projeto incluía a cobrança sobre remessas destinadas a investimentos internacionais, mas a Fazenda decidiu recuar, mantendo essas operações isentas.
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*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Luisa dos Santos
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