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Política

‘Queremos quebrar outros sigilos relacionados ao tema da CPMI’, diz Randolfe Rodrigues

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil - AP), manteve a quebra de sigilo de Fábio Luis da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, na CPMI do INSS

Sarah Américo

RANDOLFE RODRIGUES DERROTA NA CPMI INSS
RANDOLFE RODRIGUES DERROTA NA CPMI INSS WAGNER ARAÚJO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O senador Randolfe Rodrigues  (PT-AP) comentou nesta segunda-feira (3) sobre a decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que rejeito o pedido de anulação da quebra de sigilo de Fábio Luis da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, na CPMI do INSS. “Queremos também quebrar esses outros sigilos que tem a ver com o tema da CPMI”, disse o senador.

Randolfe foi o responsável por protocolar um requerimento à presidência do Senado Federal junto a outros senadores e deputados federais, que buscam impugnar a decisão tomada pela presidência da CPMI do INSS, regida pelo senador Carlos Viana.

Em entrevista à imprensa, depois da decisão de Alcolumbre, Rodrigues ressaltou que é importante quebrar outros sigilos, citando a chefe do escritório do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que teve relações com o seu Careca do INSS, a Clava Fort Bank, que é uma fintech que tem relações com o INSS e tem relações com o esquema do Master, Fabiano Zettel. Ele destacou que o último disponibilizou aviões para campanha e Jair Bolsonaro em 2022 e fez uma doação de R$ 3 milhões.

Sigilo mantido 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil – AP), manteve a quebra de sigilo de Fábio Luis da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, na CPMI do INSS. “A suposta violação das normas regimentais não se mostra evidente e inequívoca”, disse em sessão no plenário nesta terça-feira (3).

Na decisão, Alcolumbre argumentou que, apesar dos 14 votantes presentes no dia da votação sobre a quebra de sigilo, o total de parlamentares era 31 e, por isso, a maioria equivale a pelo menos 16 votos. “Neste caso concreto, sustentado pelos autores, 14 parlamentares teriam se manifestado contrariamente aos requerimentos postos em votação. Porém, ainda assim, este número de votos contrários não seria suficiente para a configuração da maioria”, disse o senador.

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