Sobreviventes, restaurantes lutam para manter clientela com ruas vazias
Os estabelecimentos físicos que se mantiveram abertos nessa semana sofreram com a queda da clientela e do faturamento. O atendimento no café na esquina da Avenida Paulista com a Joaquim Eugênio de Lima caiu 80%, de acordo com o proprietário Luis Carlos Lourenço.
Já em um dos mercados que fica na Avenida Paulista com a Brigadeiro Luis Antônio, as vendas caíram 50%. Mesmo assim a proprietária Vanessa de Andrade diz que a loja vai ficar aberta semana que vem — já que o pessoal procura alimentos mesmo em casa e porque ela tem funcionário pra pagar.
Em uma lanchonete, também na Paulista com a Brigadeiro, a cada dia que passa os clientes vão diminuindo.
Mas se a venda física caiu 80%, as vendas no delivery aumentaram. É isso que explica o gerente da lanchonete, o Vicente Almeida. “Vem caindo por volta de 10% desde segunda-feira. A previsão é trabalhar com plataformas digitais para atender as residências aqui perto e fazer o melhor pela região.”
Nos bares, padarias e restaurantes será necessário obedecer ao espaçamento mínimo de um metro entre as mesas, oferecer gratuitamente álcool em gel para os clientes — alem de reforçar a limpeza. A determinação é válida até 5 de abril.
*Com informações do repórter Victor Moraes
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