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Supremo nega habeas corpus à mãe de Henry Borel

Ministro Edson Fachin reconheceu que não houve nenhuma irregularidade na prisão da ré

Pedro Jordão

A professora Monique Medeiros, acusada de participar do assassinato do filho, o pequeno Henry Borel, em março deste ano, vai permanecer presa por decisão tomada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa de Monique tentava conseguir um habeas corpus alegando que houve supostas irregularidades no transcurso da prisão dela, sem que ela tivesse tido tempo hábil regulamentar para participar da audiência de custódia. No entanto, Fachin entendeu que não houve nenhuma irregularidade. Monique e o ex-vereador do Rio de Janeiro Doutor Jairinho seguem presos desde abril de 2021, ele no Complexo de Bangu, na zona oeste da capital, e ela em uma unidade voltada para mulheres. Eles são réus na justiça fluminense por homicídio triplamente qualificado com direito a tortura, por motivo torpe e sem direito de defesa da vítima. Em dezembro, ocorrerá a segunda rodada de audiências sobre o caso Henry Borel. Será a vez da Justiça do Rio ouvir as testemunhas de defesa, que atuam em favor dos réus.

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*Com informações do repórter Rodrigo Viga