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Genial/Quaest: 69% dos eleitores são a favor do fim da escala de trabalho 6×1

Número de brasileiros que usaria a oportunidade para 'descansar e passar mais tempo com familiares' é de 53%

Estadão Conteúdo

Reunião da Comissão Especial sobre o Fim da Escala 6x1 (PEC 221/19) Fonte: Agência Câmara de Notícias
Reunião da Comissão Especial sobre o Fim da Escala 6x1 (PEC 221/19) Fonte: Agência Câmara de Notícias Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Pesquisa do instituto Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que 69% dos eleitores são favoráveis ao fim da escala de trabalho 6×1. Os que dizem ser contrários à redução da jornada de trabalho são 22%. Outros 4% não possuem opinião formada e 5% não souberam ou não quiseram responder.

Questionados sobre como aproveitariam uma eventual redução da jornada de trabalho, 53% disseram que pretendem descansar e passar mais tempo com familiares. Outros 13% afirmaram que buscariam outra fonte de renda no tempo livre e 12% declararam que usariam o tempo para estudos.

Os que acham que vão trabalhar menos horas semanais em caso de aprovação do fim da escala 6×1 são 50%, enquanto 45% discordam. Outros 5% não souberam ou não quiseram responder.

Desenrola 2.0

A Genial/Quaest também buscou avaliar os impactos do Desenrola 2.0. Os que conhecem o programa lançado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em maio são 66%%, enquanto 34% desconhecem.

Os que consideram a medida uma boa ideia são 55%, enquanto 21% avaliam como uma má ideia e 20% como “uma ideia que ajuda um pouco”. A maioria absoluta (87%) afirma que o Desenrola 2.0 não beneficiou as suas famílias, com apenas 12% declarando que sim.

Entre os que disseram ter sido beneficiados, 35% dizem que a renda aumentou significativamente com o Novo Desenrola, enquanto 33% dizem não ter notado diferença. Para 31%, a renda aumentou, mas não muito.

Entre os eleitores, 47% disseram ter poucas dívidas e 21%, muitas. Já os que disseram não ter débitos são 31%. Não soube ou não quis responder 1%.

Isenção do IR

A maioria absoluta (65%) dos eleitores afirma que não foi beneficiada pela isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. Já quem diz ter sido abraçado pela medida do governo Lula são 32%. Outros 3% não souberam ou não quiseram responder.

Entre os beneficiados, os que disseram não ter sentido diferença na renda com a isenção do IR são 39%. Para outros 35%, a renda aumentou, mas não muito. Já para 24%, houve um aumento significativo. Não souberam ou não quiseram responder 2%.

A Genial/Quaest ouviu 2.004 entrevistados, com 16 anos ou mais, entre 10 a 13 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.

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