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Política

Moraes manda prender condenado que tirou tornozeleira eletrônica e está desaparecido

Diego Ventura é acusado de liderar acampamento golpista e participar dos atos na Praça dos Três Poderes de 8 de janeiro de 2023

Victor Trovão

Diego Dias Ventura foi condenado a 14 anos de prisão por participação nos atos golpistas
Diego Dias Ventura foi condenado a 14 anos de prisão por participação nos atos golpistas Reprodução / Redes sociais

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão de Diego Dias Ventura, acusado de atuar como um dos líderes do acampamento golpista que foi instalado em frente ao quartel do Exército, em Brasília, no final de 2022. O mandado de prisão foi assinado na terça-feira (12) após o ministro ser informado que Diego rompeu a tornozeleira eletrônica e está desaparecido. “Em 6/8/2025, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro noticiou o fim de bateria da tornozeleira eletrônica do acusado, que está desligada desde 02/07/2025, e consta rompimento da cinta da tornozeleira, em aberto desde 01/07/2025”, diz trecho da decisão.

Em julho deste ano, o acusado foi condenado pelo STF a 14 anos de prisão pela participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, além do pagamento solidário de R$ 30 milhões pelos danos causados pela depredação. Durante as investigações, Diego chegou a ser preso, mas ganhou o direito de responder ao processo em liberdade. De acordo com acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR), Diego atuou na coordenação da logística do acampamento e participou dos atos golpistas na Praça dos Três Poderes.

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Na manifestação enviada ao STF durante o julgamento, os advogados de Diego Ventura defenderam a absolvição por falta de provas. Segundo a defesa, o acusado participou de uma “manifestação pacífica em Brasília” e não tem vínculo com atos de violência praticados por outras pessoas.

*Com informações da Agência Brasil 

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