Mauro Beting defende técnico do Palmeiras: ‘Há uma má vontade gigantesca com o Abel’

Comentarista da Jovem Pan desabafou e falou sobre as críticas que o treinador português vem sofrendo após as derrotas nas decisões da Supercopa, da Recopa Sul-Americana e do Campeonato Paulista

  • Por Jovem Pan
  • 28/05/2021 14h57 - Atualizado em 28/05/2021 15h46
Montagem sobre fotos/Reprodução/Jovem Pan/EFE/Andre PennerMauro Beting defendeu Abel Ferreira durante o Esporte em Discussão

Abel Ferreira passou a ser muito criticado pela imprensa após as derrotas nas decisões da Supercopa do Brasil, da Recopa Sul-Americana e do Campeonato Paulista. Mais do que os resultados, a postura do treinador do Palmeiras em campo e nas entrevistas foram questionadas. Além de ganhar a fama de “chato” com a arbitragem, o português chegou a mandar o seu auxiliar João Martins para algumas coletivas e também minimizou a qualidade do São Paulo na final do Estadual. Para Mauro Beting, comentarista do Grupo Jovem Pan, o técnico, de fato, errou em alguns momentos, mas existe uma má vontade dos jornalista com o comandante do Alviverde.

“Primeiro, vale para o Abel, para mim ou para você: você pode ir mudando, seja para melhor ou para pior. O Abel com o árbitro… Se eu fosse juiz, eu já cumprimentaria o Abel o expulsando. Ele é muito chato! Mesmo tendo razão, ele é insuportável e acaba perdendo a razão. Ainda assim, há uma má vontade com o Abel gigantesca, como também houve com o Jorge Jesus no Flamengo. No mundo do futebol, há uma xenofobia. Cobram demais do Abel! Inclusive, ele foi criticado porque mandou o João Martins (auxiliar) em uma das entrevistas. Cara, ele está trabalhando todos os dias, seja em treinos, jogos ou coletivas. É bom poupá-lo. E qual é o problema mandar o auxiliar? Pode mandar até a mãe porque não vai mudar muita coisa. Ele não tem que falar toda hora”, disse o jornalista no programa “Esporte em Discussão”. “Na entrevista de domingo, ele foi infeliz duas vezes ao dizer que o Palmeiras não devia nada ao São Paulo. Isso dá para discutir, mas na frase final, ele diz que o São Paulo foi mais eficiente, competente e feliz. A pressão sobre o Abel é mais externa do que a interna”, completou.

Assista ao debate abaixo: