Cidade de São Paulo começa a vacinar adolescentes acima de 12 anos na segunda-feira

Jovens devem estar acompanhados pelo responsável ou apresentar uma autorização assinada pelo próprio responsável

  • Por Jovem Pan
  • 21/08/2021 08h36
FABRÍCIO COSTA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDONeste primeiro momento, os adolescentes receberão apenas o imunizantes da Pfizer, que é o único aprovado pela Anvisa para o público

A cidade de São Paulo vai começar a vacinar adolescentes acima dos 12 anos com comorbidades ou deficiência permanente a partir desta segunda-feira, 23. A vacina estará disponível também para gestantes e puérperas desta faixa etária. Os adolescentes devem estar acompanhados pelo responsável na hora da vacinação. Ou, então, apresentar uma autorização assinada pelo próprio responsável. Também é indispensável a apresentação do comprovante de residência, documento de identidade e o atestado de comorbidade. O prefeito Ricardo Nunes disse que, a partir de segunda, quem tomar as vacinas da AstraZeneca ou da Pfizer na xepa terá o intervalo entre as doses reduzido de 60 dias para 30 dias.

“A partir de segunda-feira, a gente dá mais um avanço em relação a questão da segunda dose. Fazendo a inscrição para a xepa, com relação a diminuição do período. Hoje, como está funcionando: quem tomou AstraZeneca ou Pfizer, intervalo de 60 dias. A partir de segunda, intervalo de 30 dias. E a CoronaVac continua com intervalo de 15 dias. Quem tomou a primeira dose e tiver intervalo de 30 dias, AstraZeneca ou Pfizer, já pode se inscrever nas nossas UBSs para tomar a segunda dose. No final do dia, se tiver sobre de doses, será chamado pela nossa equipe para tomar a segunda dose antecipado.” Neste primeiro momento, os adolescentes receberão apenas o imunizantes da Pfizer, que é o único aprovado pela Anvisa para ser aplicado nesse público.

Nesta semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária negou pedido do Instituto Butantan para incluir a aplicação da CoronaVac em crianças e adolescentes. O secretário Edson Aparecido afirmou que a necessidade de uma terceira dose não é uma prioridade para agora. “A gente vai seguir rigorosamente todos os critérios do PNI que ainda não autorizou. Nós falamos com o ministro no sábado. Isso tudo ainda está em estudo pelo Ministério da Saúde. Então, não. O esforço vai ser mobilizar através das nossas unidades para aplicação da xepa e não perder essa dose que fica.” De acordo com a gestão municipal, a cidade de São Paulo já tem 171 casos da variante Delta.

*Com informações da repórter Camila Yunes