Itamaraty prega fortalecimento de relação entre Brasil e o novo premiê de Israel

Governo brasileiro parabenizou e desejou muito sucesso ao primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, que conseguiu tirar do poder Benjamin Netanyahu, que era aliado de Bolsonaro

  • Por Jovem Pan
  • 15/06/2021 08h14 - Atualizado em 15/06/2021 10h35
DEBBIE HILL/REUTERSO presidente Bolsonaro deu as boas-vindas e desejou muito sucesso ao primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett

O governo brasileiro parabenizou e desejou, na segunda-feira, 14, muito sucesso ao primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, que conseguiu tirar do poder Benjamin Netanyahu, que era aliado do presidente Jair Bolsonaro. Pelas redes sociais o presidente brasileiro agradeceu a Netanyahu pelo ótimo trabalho realizado que os dois conseguiram desenvolver juntos no fortalecimento da parceria entre os dois países. Ao novo primeiro-ministro, Bolsonaro deu as boas-vindas e desejou muito sucesso. Afirmou que está certo de que o Brasil não faltará a Israel e aos judeus. Dentro do Palácio do Planalto, a avaliação é de que a mudança não deverá significar nenhum tipo de ruptura. O presidente Bolsonaro pretende manter com Bennett o bom relacionamento que tinha com Netanyahu. Segundo o Itamaraty, desde o início do governo, as relações com Israel foram alçadas a um novo patamar de prioridade. E essa aproximação sem precedentes teria sido responsável por estabelecer as bases para iniciativas estratégicas e ações de longo prazo, que tem resultado em parcerias em áreas de ciência e tecnologia, saúde, defesa e segurança pública. Ainda de acordo com o Itamaraty, a coordenação mais estreita entre os dois países nos foros multilaterais, assegura posições equilibradas no tratamento de temas de maior sensibilidade aqui para a região. Apesar de ter Netanyahu, o governo brasileiro expressa confiança no fortalecimento dos laços de amizade que unem Brasil e Israel e afirma que vai continuar trabalhando com o novo governo, uma vez que as relações bilaterais entre os dois países são fundamentadas em vínculos históricos, em benefício dos interesses comuns e do desenvolvimento mútuo.

*Com informações da repórter Luciana Verdolin