São Paulo inicia a vacinação de pessoas com 41 anos nesta segunda; veja calendário das capitais

No Rio de Janeiro, imunização de cariocas com 42 anos acontece em dois dias; Brasília adota faixa etária de 44 anos, Recife 40 anos e Manaus a partir dos 26 anos

  • Por Jovem Pan
  • 04/07/2021 10h43 - Atualizado em 04/07/2021 10h46
Fábio Gonçalves/Fotoarena/Estadão Conteúdo - 01/07/2021Vacinação contra a Covid-19 no posto de saúde Sérgio Arrouca no bairro do Vital Brasil em Niterói

Desde 17 de janeiro, quando o Brasil vacinou a primeira pessoa contra a Covid-19, cerca de 47% da população adulta do país já foi vacinada com ao menos uma dose. Já os que estão totalmente imunizados são 16% dos brasileiros. O Ministério da Saúde promete imunizar todos os adultos até o final do ano, mas muitos Estados anteciparam esse cronograma. Em São Paulo, por exemplo, a expectativa é de terminar as doses em 15 de setembro. Nesta segunda-feira, 5, a capital paulista começa a imunização de pessoas de 41 anos. No Rio de Janeiro, a promessa é de finalizar a vacinação em 31 de agosto e a cidade vai imunizar mulheres de 42 anos nesta segunda e homens com a mesma idade nesta terça-feira, 6. Em Brasília, desde sábado, pessoas a partir de 44 anos podem agendar a primeira dose. A prefeitura de Recife já vacina a população maior de de 40 anos e a de Manaus a partir dos 26 anos.

Atualmente, o Brasil aplica vacinas da CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen. O imunizante da AstraZeneca, no entanto, está suspenso para grávidas e puérperas. Pelo menos seis cidades do país adotaram medidas contra quem se recusar a tomar o imunizante disponível no momento da aplicação. Em São Bernardo do Campo e em São Caetano do Sul, em São Paulo, quem se recusar a tomar alguma marca vai para o fim da fila e poderá se vacinar apenas depois de todos os adultos com mais de 18 anos. Em Criciúma, cidade de Santa Catarina, o critério também foi adotado. Nas cidades de Rio Preto e Jales, no interior paulista, quem recusar a vacina terá que assinar um termo de responsabilidade, assim como em Urupês. Por lá, se a pessoa quiser ser posteriormente imunizada, terá que entrar na fila da xepa.

*Com informações da repórter Beatriz Manfredini