São Paulo pode economizar até R$ 10 bilhões com reforma administrativa, afirma secretário do Estado
A reforma administrativa do Estado de São Paulo poderá gerar uma economia de até R$ 10 bilhões aos cofres públicos, de acordo com o secretário-chefe da Casa Civil, Arthur Lima. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan News, ele afirma que a meta da reestruturação é acabar com as distorções e ter ganho em eficiência. “A ideia é trazer tecnologia e enxugar o quadro, trazendo eficiência para o Estado de São Paulo”, esclarece. O secretário afirma que as nomeações vão acontecer através de um banco de cargos por meritocracia. “Temos dez mil cargos desocupados com remuneração baixa e não conseguimos nomear as pessoas. Então, teremos um banco de cargos que será responsável por fazer esse tipo de nomeação”, indica. Arthur Lima adianta que o serviços não vão parar durante a transição nos processos de exoneração e contratação. “Vamos exonerar todo mundo nos cargos antigos para poder renomear nos cargos novos. E iremos verificar a aderência da qualificação técnica de cada servidor com o cargo que será proposto”, complementou.
O secretário ainda afirmou que a primeira etapa foi focada nos cargos comissionados, mas que a segunda será voltada para servidores concursados. O número de cargos no governo de São Paulo cairá de 27 mil para 21 mil com a reforma administrativa do Estado, que seguirá no começo de 2024 para segunda fase. Na primeira etapa de modernização operacional, os cargos comissionados e de confiança foram reorganizados com uma redução de aproximadamente 20% das vagas. Um dos argumentos é que atualmente há cargos desocupados por falta de atratividade. Com isso, o governo estima a economia dos R$ 10 bilhões.
*Com informações do repórter Daniel Lian
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