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Secretário de Saúde dos EUA pede que outros países deixem a OMS

Robert F. Kennedy Jr. afirmou que a Organização Mundial da Saúde está em declínio e defendeu a criação de novas instituições como alternativa à atual estrutura da agência da ONU

Victor Trovão

Robert F. Kennedy Jr.
Robert F. Kennedy Jr. Alex WROBLEWSKI / AFP

Durante a assembleia anual da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Genebra, o secretário de Saúde dos Estados Unidos, Robert Kennedy Júnior, fez um apelo contundente para que nações ao redor do mundo considerem deixar a OMS. Ele propôs a criação de novas instituições para enfrentar crises sanitárias de forma mais eficaz. Esta declaração foi transmitida por vídeo e ocorre em um contexto de tensões crescentes, poucos meses após o presidente Donald Trump anunciar a saída oficial dos Estados Unidos da agência da ONU, um processo que deve levar cerca de um ano para ser concluído.

Kennedy, que é amplamente conhecido por suas posições antivacina, criticou a OMS, acusando-a de estar sob influência indevida de várias entidades, incluindo a China, a ideologia de gênero e a indústria farmacêutica. Ele argumentou que as decisões da organização frequentemente refletem os interesses da medicina corporativa, em vez de priorizar a saúde pública global. A declaração de Kennedy foi feita no mesmo momento em que a OMS anunciou a adoção de um acordo internacional para a prevenção de pandemias e a cooperação global em futuras emergências sanitárias.

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A decisão dos Estados Unidos de se retirar da OMS, sendo historicamente o maior doador financeiro da organização, gerou uma crise orçamentária significativa. A saída forçou a OMS a implementar cortes e uma reestruturação interna para lidar com a redução de recursos. Esta situação destaca as tensões entre a administração americana e a OMS, em um momento crítico para a saúde global, onde a cooperação internacional é mais necessária do que nunca.

*Com informações de Grieco Holtz

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*Reportagem produzida com auxílio de IA