‘Dois burgueses, mimados e fantasiados de revolucionários’, diz Fiuza sobre Covas e Boulos

Presença do PSDB e do PSOL no segundo turno das eleições municipais da capital paulista foi um do assuntos discutidos no programa Os Pingos Nos Is desta segunda

  • Por Jovem Pan
  • 16/11/2020 19h37 - Atualizado em 16/11/2020 19h46
Montagem/ReproduçãoAtual prefeito, Covas (PSDB) vai disputar a Prefeitura de São Paulo contra o líder do MTST, Guilherme Boulos (PSOL)

Os eleitores de São Paulo foram às urnas neste domingo, 15, e escolheram os candidatos Bruno Covas, do PSDB, e Guilherme Boulos, do PSOL, para disputar o cargo de prefeito da cidade no segundo turno. Enquanto o atual mandatário acumulou 32,85% dos votos válidos, o Psolista e membro do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) teve 20,24% nas urnas. A escolha dos paulistanos foi um dos temas de debate do programa Os Pingos Nos Is, da Jovem Pan, nesta segunda-feira, 16. Para o comentarista Guilherme Fiuza, a decisão a ser tomada no dia 29 pelos eleitores é entre dois lados da mesma moeda. “Bruno Covas e Guilherme Boulos poderiam e Bruno Boulos e Guilherme Covas. Para mim dá exatamente no mesmo”, afirmou.

“São dois burgueses mimados fantasiados de revolucionários. Não tem nada a ver com esquerda não. Eles têm esse verniz, verniz de esquerda”, afirmou, lembrando da ação da prefeitura de Covas de colocar imagens de punhos cerrados nos semáforos da capital em alusão ao Mês da Consciência Negra. “Está claro que Bruno Covas já é uma gestão Boulos. Você quer saber como seria São Paulo na mão do Boulos numa pandemia? Você já sabe, aquele negócio de soldar a porta do comércio, lockdown irracional, estúpido. Isso é exatamente o modus operandi de um Boulos, é aquele negócio, você vive da propaganda, vive da demagogia”, finalizou, garantindo que os dois são “aversos à liberdade”.

Fiuza comentou, ainda, o resultado das eleições de Belo Horizonte e o segundo turno das eleições no Rio de Janeiro. O comentarista chegou a comparar o ministro Luís Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao ex-ministro da Saúde de Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta, ao afirmar que ele se aproveita da situação das eleições para ganhar palco. “Pior do que isso é esse uso dos momentos de mobilização, de atenção nacional, para uma ribalta”, afirmou, lembrando que uma série de manchetes com falas do ministro foram elencadas em jornais ao longo do fim de semana.

Confira o programa Os Pingos Nos Is desta segunda-feira, 16, na íntegra: