Petróleo, sim; ambientalismo woke, não
Finalmente, o Ibama autorizou a exploração de petróleo pela Petrobras na costa do Amapá, na margem equatorial. De acordo com algumas previsões, o governo poderá arrecadar até R$ 1 trilhão com a atividade petroleira na região. Os dividendos do petróleo, se bem utilizados, poderão trazer desenvolvimento para o Norte do país, com investimentos em saúde, educação e infraestrutura. Além disso, a atividade por si só gera renda e empregos na região, diretos e indiretos, atraindo outras empresas também para o Amapá.
Como esperado, os ambientalistas foram contra. Infelizmente, não entendem que a exploração na margem equatorial poderá tirar milhares de pessoas da pobreza, como ocorreu na Guiana, que viu seu PIB crescer 60% em apenas um ano.
Não se trata de ser contra o meio-ambiente, mas reconhecer que o mundo real ainda é extremamente dependente de combustíveis fósseis para a produção de aço, concreto, fertilizantes e plásticos. Em tudo na nossa vida, somos dependentes desses componentes: agricultura, transporte, moradia, materiais hospitalares, construções, medicamentos, internet, telefonia, computadores, etc.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
É impressionante como muitos ambientalistas têm uma ideia romântica de que é possível acabar com a produção de combustíveis fósseis da noite para o dia. Está mais do que na hora do debate ambiental ser mais maduro e racional, entendendo que a redução de combustíveis fósseis significa perda de bem-estar econômico e aumento de pobreza. Esse é o trade-off.
[jp-related-posts ids=”2071368″]