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Justiça mantém prisão do youtuber Capital Hunter por exploração sexual infantil

Influenciador do Universo Pokémon é investigado por exploração sexual infantil e produção de pornografia com crianças; decisão foi tomada após uma audiência de custódia

Felipe Cerqueira

João Paulo Manuel, conhecido nas redes sociais como Capitão Hunter, é youtuber do Universo Pokémon
capitao-hunter-preso4 Reprodução/Instagram/@capitaohunter

A Justiça de São Paulo decidiu manter a prisão do influenciador digital João Paulo Manuel, conhecido nas redes sociais como Capitão Hunter. Ele está sendo investigado por exploração sexual infantil e produção de pornografia com crianças. A decisão foi tomada após uma audiência de custódia que analisou a legalidade da prisão, que foi solicitada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro e pela Justiça fluminense. João Paulo foi detido em uma operação conjunta das polícias de São Paulo e do Rio de Janeiro, na cidade de Santo André, no ABC Paulista.

As investigações sobre o caso continuam, com a polícia apreendendo computadores e equipamentos eletrônicos para aprofundar a análise das evidências. O youtuber enfrenta acusações graves, incluindo estupro de vulnerável e produção de conteúdo pornográfico infantil. Em um dos casos sob investigação, ele teria enviado fotos íntimas a uma menina de 13 anos, que conheceu em um shopping, sob o pretexto de ajudá-la em jogos eletrônicos. Além disso, ele teria solicitado que a menina enviasse fotos íntimas. Outro caso em investigação envolve um menino de 11 anos.

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Capitão Hunter possui uma grande influência nas redes sociais, com mais de 1 milhão de seguidores, onde discute sobre uma popular franquia de jogos e animação. Seu público é majoritariamente composto por crianças e adolescentes, o que levanta preocupações sobre a influência de figuras públicas nas redes sociais e o uso indevido desse poder para fins criminosos. A situação destaca a necessidade de vigilância e responsabilidade no uso das plataformas digitais, especialmente por aqueles que têm acesso direto a públicos vulneráveis.

*Com informações de Camila Yunes

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*Reportagem produzida com auxílio de IA