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COP30 pode reforçar papel do Brasil como vitrine global na transição energética

Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas é vista como oportunidade para atrair investimentos e ampliar participação da iniciativa privada no setor

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Vista aérea da construção do Parque da Cidade em Belém, Pará, Brasil, tirada em 16 de junho de 2025. O Brasil sediará a conferência climática da ONU, COP30, em novembro, na cidade amazônica de Belém. (Foto de Carlos Fabal / AFP)
Vista aérea da construção do Parque da Cidade em Belém, Pará, Brasil, tirada em 16 de junho de 2025. O Brasil sediará a conferência climática da ONU, COP30, em novembro, na cidade amazônica de Belém. (Foto de Carlos Fabal / AFP) Carlos Fabal / AFP

A COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas) é apontada por especialistas do setor como uma oportunidade para o Brasil se consolidar como “vitrine global” na transição energética, atraindo investimentos e fortalecendo a participação da iniciativa privada no mercado de energia renovável.

Durante um evento promovido pela CPFL Energia para debater os avanços do país na área, a coordenadora-geral de planejamento de transmissão do Ministério de Minas e Energia, Lorena Silva, destacou a credibilidade institucional e o marco regulatório estável como diferenciais do Brasil no cenário internacional. “Vemos o Brasil como liderança, mas isso não significa que não precisamos avançar. Na COP30 temos muito a mostrar, liderando já a partir da nossa vocação”, afirmou.

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A CPFL também anunciou progressos na transição para renováveis. Segundo o presidente da companhia, Gustavo Estrella, a matriz de geração de energia da empresa passou a ser cem por cento renovável, meta que foi alcançada cinco anos antes do previsto. A transição energética envolve a substituição gradual de combustíveis fósseis por fontes limpas, como a energia solar fotovoltaica, a eólica e a biomassa, processo considerado essencial para reduzir emissões e garantir sustentabilidade ao setor elétrico.

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