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Setor do aço teme desemprego e cobra do governo ações contra o tarifaço

Presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil, André Gerdau Johanpeter, afirma que situação pode levar a demissões e ao adiamento ou cancelamento de investimentos

Nicolas Robert

André Gerdal Johanpeter, presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil, afirma que tarifas americanas podem levar a demissões e ao adiamento ou cancelamento de investimentos
André Gerdal Johanpeter, presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil, afirma que tarifas americanas podem levar a demissões e ao adiamento ou cancelamento de investimentos Divulgação/ Instituto Aço Brasil

Os empresários do setor de aço do Brasil estão preocupados com o aumento das importações, principalmente da China, e com os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos. André Gerdal Johanpeter, presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil, afirmou que essa situação pode levar a demissões e ao adiamento ou cancelamento de investimentos.

Os principais pontos de preocupação são:

  • Aumento das importações: As importações de aço cresceram 40% neste ano, com os preços asiáticos sendo considerados desleais;
  • Ociosidade elevada: O setor opera com uma ociosidade de 35%, índice considerado muito acima do ideal de 20%;
  • Tarifas americanas: As tarifas impostas pelo governo de Donald Trump se somam às tarifas regulares e sobretaxas antidumping já existentes, que se aplicam a produtos vendidos abaixo do valor de mercado;

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Apesar de reconhecer os esforços do governo brasileiro, o Aço Brasil considera que o setor está sofrendo um “ataque predatório” e enfatiza a necessidade urgente de o Brasil usar mais eficazmente os mecanismos de defesa comercial para preservar a capacidade de o setor contribuir para o desenvolvimento do país.

*Com informações de Misael Mainetti

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*Reportagem produzida com auxílio de IA