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Beatriz Manfredini

Após evento militar em Brasília, Tarcísio visita Bolsonaro em prisão domiciliar

Governador de São Paulo se comprometeu a seguir todas as determinações estabelecidas pelo STF no encontro - como a proibição do uso de celulares e gravações, por exemplo

Beatriz Manfredini

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos)(e), participa de ato em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro
Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participam de ato na Avenida Paulista Ganriel Silva/E.Fotografia/Estadão Conteúdo

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, deve visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, depois do almoço nesta quinta-feira (7). O chefe do Executivo paulista conseguiu autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para o encontro em Brasília.

Tarcísio começou o dia na capital federal, em uma cerimônia de promoção de oficiais-generais da Turma Aman (Academia Militar das Agulhas Negras). Por volta das 11h30, a agenda já tinha terminado, e a expectativa era que logo depois o governador fosse ao encontro do ex-presidente.

A autorização da visita ocorreu logo depois que os advogados de Bolsonaro concordaram com pedidos de visita feitos ao ex-presidente pelo governador paulista, a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP) e outros quatro nomes – três deputados e um empresário. O ex-presidente, que está em prisão domiciliar desde segunda-feira (4), declarou “interesse em receber as visitas de todas as pessoas indicadas”.

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Para isso, Tarcísio comprometeu a seguir todas as determinações estabelecidas pelo STF no encontro – como a proibição do uso de celulares e gravações, por exemplo. O governador destacou que “razões político-institucionais e humanitárias” justificam o pedido de visita e ressaltou que é “correligionário e amigo” de Bolsonaro.

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