JOVEM PAN

Jovem Pan
TV Ao Vivo
Jornal da Manhã – 2ª Edição | 07h00 - 10h00
Política

Motta tenta convencer oposição a votar pela admissibilidade da PEC da Segurança na CCJ

Relatório será apresentado para a comissão nesta quarta-feira (9)

Bruno Pinheiro

Hugo Motta
COLETIVA HADDAD ALCOLUMBRE E HUGO MOTTA TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), entrou em cena nesta terça-feira (8) para convencer a oposição a votar pela admissibilidade da PEC da segurança na Comissão de Constituição e Justiça. A matéria será analisada nesta quarta-feira (09). Motta tem dito à oposição que seria importante votar a favor do texto e aceitar analisar a Proposta de Emenda à Constituição para evitar uma nova narrativa do governo, como o discurso de ricos contra pobres. Motta quer evitar que a oposição seja marcada pelo discurso de ser contra melhorias para a segurança pública. Porém, deputados da oposição ouvidos por esta coluna revelam que não têm como votar a favor do texto, que já foi duramente criticado em plenário.

Nesta terça-feira (8), o deputado Mendonça Filho (União-PE) disse que retirou do relatório da proposta de emenda à Constituição (PEC), que traz alterações na política de segurança pública, apresentada pelo governo em abril, a prerrogativa exclusiva da União para legislar sobre o tema. Esse foi o principal ponto de embate durante a análise do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]

O relator afirmou que a única alteração apresentada ao texto foi motivada por uma inconstitucionalidade, na sua avaliação.Segundo ele, a prerrogativa de estados e municípios de legislarem sobre segurança pública deve ser preservada. “Nossa fala é no sentido de preservar a autonomia dos estados e municípios no que diz respeito à política de segurança pública”, afirmou. O relatório será apresentado para a comissão nesta quarta-feira (9).